terça-feira, 4 de março de 2008

Extra, Extra, Extra.

Antes que comecem com piadinhas, já vou logo avisando que o título não faz qualquer menção á rede de hipermercados de propriedade do Sr. Abilionário Diniz, mas sim ao cidadão obeso que atua no New York Knicks, vulgo, á gangue de NY, quadrilha esta comandada por Isiah Thomas. No entanto, por incrível que pareça, o técnico fanfarão da equipe não será tema do Turnover de hoje mas sim o Sr. Eddy "Big Mac" Curry que na semana passada culpou a imprensa como culpada dos seus problemas e do Knicks.

Se ele culpasse o McDonald´s, o Burger King, Dominos, Wendy´s ou mesmo a Pizza Hut seria até plausível uma vez que o seu problema e deu companheiro de garrafão, seja no basquete ou no garrafão de vinho, o Zach "Big Combo" Randolph, seja o mesmo: a balança. Mas porque raios a imprensa? Por acaso os jornais são comestíveis, feitos de chocolate com cobertura açucarada de morango.Por que, se lançaram essa novidade, já vou providenciando o caderno 2 da Folha de São Paulo no sabor feijoada.


Legenda da foto: O lanchinho da tarde altamente nutritivo de Eddy Curry.

Todavia, o fator gastronomia inspirou verdadeiras lendas por dentro da NBA. O senhor e senhora Bryant, por exemplo, fizeram uma viagem fantástica á terra do sol nascente, comeram um delicioso sushi, sashimi, yakishoba - ah não, isso é na terra do Yao - e batizaram o nome do seu filho com o nome da cidade. Surgiu então Kobe Bryant. Imagino então na hipótese de eles tivessem vindo ao Brasil, comessem acarajé e batizassem como Salvador Bryant, ou então, fossem para Minas Gerais, comessem tutu de feijão e batizassem de Teófilo Otoni Bryant. E se fosse no Ceará? Será que o maior ídolo da atualidade do Lakers chamaria-se Itapipoca Bryant? Gozado, não?


Legenda da foto: O Curry Burguer é um sucesso nas lanchonetes brasileiras.

Concordo que a imprensa é muito mala, mas, culpa-la pelo fato de você ser uma chupeta de baleia é muita incoerência. Poderia muito bem, o sr. Curry abrir uma lanchonete com a sua mais revolucionária novidade: o "Curry Burguer", composta por 34 ingredientes, incluindo hambúrguer - é claro - azeitona, tremoços, lascas de bacalhau, milho, ervilha, cogumelos indianos, presunto, churros da Dona Florinda e dentre outros, distribuídos, em 780 gramas. Segundo Curry, um ótimo tira-gosto antes da refeição principal.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Chora nenem


Legenda da foto: E você pensava que ele só sabia bater?

Durante esta semana falava-se somente uma coisa em todo o Rio de Janeiro: a relação do Botafogo como um time "chorão". No entanto, o histórico de reclamações não limita-se apenas ao alvi-negro carioca e tão pouco no futebol. Dessa forma, o Turnover irá se esforçar para apontar quem são os maiores "chorões" da liga americana da basquete.

Falar em reclamações de arbitragem, mania de perseguição e o aspecto de "quase campeão" é lembrar automaticamente do Phoenix Suns que na recente história da NBA sempre é apontado como um dos favoritos, mas, sempre eliminado nos momentos decisivos. Ademais, o time do Arizona adota o mesmo lema da seleção mexicana de futebol: Jogamos como nunca, perdemos como sempre.

Os chorões de Phoenix sempre derrubam lágrimas e mais lágrimas quando acusam o até então inocente Bruce "Lee" Bowen de marcação, digamos...incompatíveis ao jogo leal. O que dizer então do árbitro cujo nome eu não lembro mas que esteve em grande evidência por um escandâlo envolvendo apostas e, para piorar, apitou o jogo um jogo em que o Stoudemire foi misteriosamente anulado por problemas de faltas. Para completar, o adversário tem dois argentinos no time. Preciso falar mais alguma coisa?

Além do Phoenix Suns, outro "chorão" histórico é o Utah Jazz. O time da terra dos mórmons reclamam até hoje, mesmo depois de 10 anos, o lance em que Michael Jordan em Russell teria supostamente cometido uma falta de ataque no épico Jogo 6 das Finais da NBA entre o Jazz e o Bulls. Atualmente, os torcedores sofrem com a "síndrome do menor abandonado", ou seja, de que ninguem nunca lhe dê a atenção merecida, pouca cobertura da mídia e, consequentemente, a impressão de não ser levado á sério.

Não sabe-se ao certo se o motivo da pouca atenção ao Jazz é devido ao fato de que, á princípio, os mórmons são um bando de chatos. Não quero despertar nenhum ódio ou preconceito religioso mas, certamente, os adversários do Jazz que adentram ao Energy Solutions devem concordar comigo no que tange á barulhos e intimidação ao adversário. Até o sereno Ron Artest perdeu a linha quando o Sangramento Kings foi até Utah defrontar o Jazz.

Peço desculpas e perdões para aqueles que se ofenderam. Assim como Souza e a torcida rubro-negra, não desejo criar nenhum tipo de antipatia ou desrespeito tanto ao Suns quanto ao Jazz. Ambas equipes nesta temporada merecem sorte melhor, por sua história (Jazz) e pelo seu jogo bonito (Suns) e que ambos proporcionem mais lágrimas aos torcedores porém, dessa vez, de alegria por um triunfo conquistado. São os meus votos, salvo quando enfrentarem o Hornets, como o Jazz nesta sexta-feira.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Pau no Lakers! Isso dá certo?

Para começo de conversa, venho aqui comunicar a todos, que o filme preferido do P-Jax é o filme entitulado "O Segredo de Brokeback Mountain".
A alguns meses atrás, o mesmo P-Jax comparou o ataque de um certo time(que prefiro não citar o nome) a esse filme citado anteriormente.
Hoje o P-Jax conta com dois grandes jogadores em seu elenco, e pra quem pensava em menos de 50 vitórias, agora pensa em no máximo 24 derrotas (expecula-se é claro), nas suas mãos ele tem calos, e em seu elenco ele tem uma nova dupla que está vibrando muito, Kobe-Pau.
Kobe pensava em um jogador que pudesse ajuda-lo a levar o Los Angeles Lakers a um nivel mais alto dentro da liga, como foi nos tempos do grande Pivô Shaquille O'Neal, e para esse fim ele ameaçou a diretoria do time de Los Anges várias e várias vezes, com um possível pedido de troca, houve rumores e mais rumores, e começou a temporada e o Kobe só fez jogar seu belissimo basquete.
E com a "inesperada" subida de seu companheiro Andrew Bynun, Kobe se mostrou muito feliz por estar no Lakers, mas continuava a ser uma estrela solitária já que Lamar Odom não mostrou ainda o motivo pelo qual foi chamado para ajudar o Kobe a levar o Lakers mais longe na pós temporada.
Com o passar do tempo, o seu treinador que é fã do filme "O Segredo de Brokeback Mountain" comentou que não esperava chegar a 50 vitórias, e Kobe e o Lakers continuaram a jogar basquete, e derepente contam com uma baixa enorme em seu elenco, Bynun contundido por semanas.
Mas para a felicidade de Kobe, o Lakers acabou levando Pau(Uy!) para Los Angeles, em troca de um armador promissor, e um zero a esquerda Kwane Brown, e mais alguma coisa.
Pau em Los Angeles fez uma bela estréia, a dupla Kobe-Pau simplesmente entrou com tudo no time adversário, Kobe não teve uma atuação tão digna de Kobe, mas Pau teve uma atuação digna de orgasmo!
P-Jax adorou a chegada do Pau, pois em seu elenco ele ganhou um homem grande, assim como tinha o Shaq na epoca do tri-campeonato, e Kobe ganhou Pau como principal reforço na tentativa de conquistar mais um titulo para a história do Lakers, Kobe-Pau sem duvidas é uma dupla que está fazendo tremer a cama da NBA, no Lakers ainda há jogadores bem interessantes a serem observados, como MBenga.



Acima temos Pau em um momento feliz juntamente a Kobe

MBenga é um caso interessante, não é la essas coisas todas, mas sempre abrem uma brecha pra ele em qualquer elenco , MBenga sempre está por trás dos outros jogadores e não os deixa na mão, MBenga literalmente completa um elenco, e completa muito bem se encaixando perfeitamente, tanto naquele lugar vazio do banco quanto em outros lugares.
Mesmo com toda essa importância no elenco MBenga deve ficar atrás de Bynum quando este retornar. Um garrafão com Pau e Bynum faria inveja em muitos times.
Após ver esse pequeno texticulo, eu pergunto a você caro leitor, o que você acha que pode acontecer a um time que tem Kobe, Fisher, Odom, Bynum e o grande Pau?

A queda da muralha



Legenda da foto:: Yao Ming também esteve presente no Carnaval de Olinda.

Na última semana, por meio do site de relacionamentos Orkut, a maior invenção da humanidade - depois do clips de papel - conheci o Paulo. Um torcedor peculiar do Houston Rockets que, neste momento, deve estar um pouquinho mais triste depois da queda da muralha chinesa que defendia o garrafão da equipe.

Pior que não dá para sacanear muito uma equipe que vence 13 vitórias seguidas, incluindo a sova em cima do meu Hornets mas isso não vem ao caso, entretanto, o pivozão chinês teve uma fratura no sua lancha ou pé, como preferir, e pode perder até as Olimpíadas. De acordo com o Shinzuan-zeng Post, Yao Ming se machucou quando participou do carnaval pernambucano como boneco de Olinda. Na ocasião, Yao representava o centenário da imigração japonesa no Brasil. Todos sabemos que ele é chinês, mas os pernambucanos nem se preocuparam já que chinêses, japoneses e coreanos, afinal, são todos iguais.

Já o Xingmang-wang News afirma que o astro se acidentou quando trocava uma lampâda do alto de um poste de energia nas ruas de Houston. Outra fonte, por sua vez, indica que o pivô teve uma dor de barriga após conquistar um TD na pastelaria do seu Wang: 12 pastéis, 15 copos caldos de cana e 10 yaskhisoba.

Entretanto, seja lá o que de fato aconteceu com o China in Box, há uma coisa positiva na contusão de Yao. Depois de algum tempo aquecendo o banco, podemos ver novamente em ação um jogador com mais de quatro décadas de experiência de vida. Não estou falando de Gustavo Mastodonte, moderador da comunidade NBA Brasil, mas de Dikembe Mutombo Mplombo Mukamba Jean-Jacque Wamutombo. Exato! O rei dos tocos está de volta. Cheio de energia e de amor para dar - aos seus torcedores, é claro.

Por outro lado, veremos o Tracy McGrady chutando até o Aldeman na cesta. Alston também é outro que deve estar todo animadinho para começar a pontuar. Se bobear, até Luther Head e Chuck Hayes tentarão jogadas que jamais fariam se Yao lá estivesse. O único que não vai tentar é Steve Francis que deve estar em algum lugar do planeta, comendo coxinhas de frango fritas.

Enfim, agora é hora de aguardar. A muralha da China derrubará Houston, ou, apenas um pretexto para a retomada inevitável de Dikembe Pistolão á elite do basquete mundial. Força Yao.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Tirando a poeira

Depois de algumas semanas de férias (sim, somos um bando de vagabundo mesmo) o Turnover está de volta as suas atividades normais, ou quase, sobre essa divertida liga de basquete chamada NBA. Ao contrário do co-irmão e de certa forma nossos inspiradores, o NBA Jumper, não concentramos muitos esforços para informa-lhes mas apenas para divertir e dar algumas gargalhadas com esse monte de besteirol dessa mula que vos escreve.

Muitas coisas aconteceram desde o fim de nossas merecidas férias (sim, somos vagabundos). O Cleveland contratou um caminhão de mudanças para transportar seus novos jogadores, inclusive, um tradutor para pronuncia adequada do nome Wally, (não confundir com aquele joguinho onde está Wally?) Sczerbiask, ou similar a isso que eu escrevi. Poderia estar falando do Hornets também, ou quisá da missão impossível proposta por Mike D´Antoni: Shaq obrigado a acompanhar o ritmo maluco do Nash.

Legenda da foto: " Não saio de Dallas porque gosto do salsichão do Dirk" Devean Gorge

Mas, apesar de tantas mudanças, uma coisa continua intacta desde nossa ausência: a memorável campanha do Heat rumo ao primeiro posto do Draft ano que vem. Pois é, nem mesmo a vinda de Marion adiantou alguma coisa. Entretanto, estou farto de malhar o Heat e vou me escrever apenas sobre a melhor troca desta temporada.

Quem pensou que foi a estratégia nova de Phil Jackson de colocar o Pau no garrafão, parabens, errou. Embora, a idéia do Phil Jackson de colocar o Pau para cima dos adversários tenha levantado o time, hoje falaremos do dono do Dallas Mavs que trouxe Jason Kidd para o time.

Ao contrário do que pensam, e inclusive eu, o dono do Mavs não é o folclórico Mark Cuban mas sim o Devean George. Grande George (que não é o rei da floresta e nem sequer ganhou o Oscar) que quase melou a troca. Claramente ele deve ter seguido a indicação de um de nossos companheiros e conselheiros do Turnover, nosso simpático Jones. Segundo fontes do Tangamandapio Post, Jones teria indicado George a vetar a troca pois o brasileiro Leandrinho seria melhor opção para a equipe texana. Acreditando no intelecto de nosso genial (aqui nao tem ironia nenhuma) Jones, seguiu a risca mas foi mal compreendido em todo Texas.

De qualquer forma o tiozinho careca veio á Dallas. O time parece ter melhorado mas George... hunnn... queimou o filme e por causa disso nem indicado ao Oscar foi.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

A vida de um milionário


Okur também participou de uma festinha realizada na casa do Shaq.
Dizer que os salários dos jogadores da NBA são absurdamente altos não é nenhuma novidade. Existem jogadores que ganham imensas fortunas mas seu basquete na vale nem metade do que mostra o saldo monetário no extrato bancário. Mas isso é tema para um próximo artigo, hoje procuraremos falar como que é que os jogadores conseguem torrar essa grana toda que recebem.

O super-mega-ultra-giga-power pivô do super-mega-ultra-power ridídulo Miami Heat, Shaquille O´Neal, apresentou aos juízes da Flórida suas continhas mensais. Ao contrário de Carlos Alberto e Dualib, Shaq não tá envolvido em nenhuma picaretagem mas apenas um divóricio com sua esposa cujo casamento durou 5 belos aninhos.

De acordo com a corte judicial do simpático estado onde Bush virou presidente, Shaq ganha de salário 1,8 milhão de doletas. Nada mal né parcero. Desse montante, o nosso simpático milionário gasta 875,015 com algumas coisinhas básicas. Sendo::

US$ 156.116 em financiamento de três casas (incluindo a mansão de US$ 20 milhões em Miami Beach);
Deus do céu!! O pivozão comprou um Resort só para ele. Das duas uma: ou ele é muito espaçoso, que precisa ficar se deslocando de uma casa para outra, ou ele gosta de dar festinhas imensas para seus amigos. No caso da segunda opção, não esqueça de convidar Steve "tondimais" Nash e Andrei "safadinho" Kirilenko para a festinha ficar animada.

US$ 31.299 em seguro;
Um homem precavido. Afinal, toda essa fortuna tem que estar protegida. Vai que um dia a fonte seca e ele consiga perder tudo que conseguiu ganhar quando jogava aquele esporte simpático, que nem o Pipen. Ademais, existem notícias que o corretor do Shaq hoje é um homem feliz.

US$ 110.505 em férias;
Para onde? Fontes informam que o pivozão, com esse dinheirinho conseguiria finalmente realizar um sonho de infância: conhecer e hospedar-se nas pousadas mais luxuosas de Diadema, Osasco, Guarulhos e adjacentes. Verdadeiros paraísos na face da Terra.

US$ 26.500 com os quatro filhos do casal;
Uma média superior de U$6.500 por criança. O Leite Ninho da molecada é caro. Será que os pimpolhos puxaram ao pai no que condiz ao levantamento de garfo?

US$ 24.300 em combustível;
Das duas uma: Shaq comprou uma frota de carros pois talvez lá em Miami tenha rodízio, como São Paulo, e necessite de um conversível para cada dia para semana; ou Shaq comprou um tanque de guerra da concessionária iraquiana mais próxima de Miami, talvez o motivo seja o tamanho do veículo proporcional ao motorista uma vez que nos demais carros o pivô esteja reclamando de toda hora bater o joelho no queixo.

US$ 17.220 em roupas;
Quantos quilometros de tecidos foram utilizados para rechear o guarda-roupa do nosso querido amigo de 2,16 metros de altura e 147 quilinhos. Isso sem falar nos sapatinhos para os seus delicados pézinhos.

US$ 12.775 com comida;
Agora sim, conseguimos desventar a razão da fome mundial. Cada dia do mês, Shaq gasta algo aproximado á 425 dólares por dia para rechear o seu bucho. Se ele faz 6 refeições diárias, coisa básica para um homem de crescimento como Shaq, ele gasta em média então algo próximo á 70 dólares. Parece que o arroz, feijão e farinha com Coca-Cola é bem caro lá em Miami. Ou ele come lagosta todo dia. Não é possível.

US$ 10.065 em energia elétrica;
As casinhas do Shaq devem ter uns dois ou três postes exclusivos para fornecer energia para ele. Parece até que ele tem um parque de diversões em casa.

US$ 10.000 em professores particulares para os filhos;
Na boa, os moleques são burros hein.

US$ 10.000 em pensão alimentícia;
Verba destinada para a patroa. Desse montante, metade vai para o cabeleiro e a outra metade para lojas de roupas, jóias e afins. Por sorte, o pivô não usa cartão de crédito apenas cheque (entenderam o trocadilho?).

US$ 6.730 em lavanderia;
Haja toneladas de OMO, Confort, Ariel e adjacentes.

US$ 5.000 em manutenção dos carros;
Ou do tanque de guerra.

US$ 3.345 em contas de telefone;
Como a mulher gosta de fofocar com as amigas hein. Impressionante.

US$ 2.305 com animais de estimação;
Não sabia que o Shaq tinha uma fazenda. Se não trata-se de uma fazenda, talvez seja um canil ou então um Tiranossauro-Rex como mascote. Talvez ainda seja o Dino, que era de propriedade de Fred Flinststone, foi vendido para o nosso amigo Gustavo Mastodonte que, posteriormente, deu de presente para Shaq.

US$ 1.495 em TVs a cabo
Sorte á dele de ter 356 canais e poder assistir as transmissões da NBA sem ter que ouvir os comentários do Zé Boquinha. Bem diferente de seus amigos aqui no Brasil.

A vida de milionário deve ser fantástica. Afinal, O'Neal é o segundo jogador mais bem pago da NBA, atrás apenas de Kevin Garnett, do Boston Celtics, que recebe US$ 20 milhões. Confesso que fico curioso em saber como KG gasta a fortuna dele mas que deve ser tão alta e divertida quanto ao Shaq, ah... isso pode ter certeza.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

As abelhas rainhas do Oeste

Gostaria de pedir licença ao pessoal do NBA Jumper pelo título desta coluna que, igualmente ao pessoal do famoso site brasileiro, será tema de hoje do Turnover. Todos já sabem tamanho é o meu amor por este time. Até mesmo minha namorada Valéria que por inúmeras vezes é obrigada ouvir minha satisfação com esse time nesta temporada e toda história de frustações que já passei com esse time. Depois de contar toda a minha história de amor pelo Hornets á Valéria, conclui uma coisa: o Hornets é um dos times mais azarados da NBA.

Quando eu comecei a torcer por este belo time cujo o emblema da franquia era lindamente bordado em um boné presenteado por um parente, o time possuia Glen Rice que muitas vezes fazia frente ao insuperável Michael Jordan, Mugsy Bogues , o anão de qualidade técnica superior á Boykins mas inferior á Spud Webb, Anthony Mason e Vlad Divac. Um time competitivo. Ia sempre aos playoffs. Porém, era da mesma divisão do esquadrão do Bulls. Resultado: nunca conseguíamos a vitória da divisão e consequentemente sempre ficávamos na quarta ou quinta posição da Conferência Leste, devido á regra que premia os campeões de divisão com as três primeiras posições do Leste. Passávamos do first-round, porém teríamos que enfrentar o vencedor entre o primeiro e o oitavo do Leste. Era sempre o Bulls e sempre a temporada era o final da linha para nós.
(legenda da foto) Mo-Pete é tão útil ao Hornets quanto joga bem golfe.

Jordan e o time do Bulls foi desmontado e, por ironia do destino, na mesma época que o Hornets precisava de uma renovação. Veio então a era Baron Davis / Jamal Mashburn e, posteriormente, Jamaal Magloire que hoje por petulância ou burrice mesmo do técnico do Nets tá completamente esquecido. Um time altamente competitivo, três jogadores que participariam de All-Star Game. Sempre íamos aos playoffs. Mas, as lesões constantes e rotineiras de Davis ou Mash, as vezes os dois ao mesmo tempo, evitariam melhor sorte á nossa equipe. Melhor para Sixers de Iverson, Nets de Kidd e Pistons de Big-Ben Wallace que tiveram a honra de vencer á Conferencia Leste.

Mudanças aconteceram. O Hornets não é mais Charlotte, vira New Orleans. Nasce a trigésima franquia da NBA: o Charlotte Bobcats. Para que haja 15 equipes em cada lado da NBA, o Hornets é expurgado para o Oeste, embora geográficamente New Orleans esteja localizado no lado Leste dos EU da A. Lascou-se! Tínhamos que jogar contra um Lakers poderoso, um Spurs em crescimento, um Portland forte, um Kings impecável, um Dallas forte e entre outras boas ou excelente equipes. Com as violentas contusões de Mash, que não é o mesmo da marca de cueca, e Davis o Hornets foi indo para o saco. Ambos foram trocados para liberar cap do time para futuras aquisições. Aí sim, fomos para o ralo em uma das piores campanhas da história.

Mesmo assim, o time do Hornets não foi o primeiro da escolha. Não ficou nem entre os três primeiros. Graças as escolhas bizarras do Bucks, que pegou o australiano Bogut, e o eterno top3 do draft: Atlanta Hawks, com a escolha de Marvin Williams; o Hornets deu á sorte de ter a oportunidade de pegar Chris Paul enquanto o Jazz preferiu Deron Williams. Agora sim, parece que o time ia para frente.

Como diria Joseph Klimber, a vida é uma caixinha de surpresas. Um enorme furacão aflige New Orleans e á franquia é obrigada á mandar seus jogos em Oklahoma City. Entretanto, bons jogadores vieram: Chandler, West, Bobby Jackson e Peja. Mas, dinovo, as contusões apareceram: Peja ficou fora toda a temporada, West se machucou, CP3 também e alguns reservas importantes idem. Resultado: ficamos de fora dos playoffs na última temporada.

Parece que nossa hora chegou. Somos as abelhas rainhas que reinam no Velho Oeste. Um time bem montado e muito bem dirigido por Byron Scott. Nada de ruim nos aconteceu, por enquanto, o que nos dá muita esperança e expectativas para saber até aonde o azarado Hornets irá chegar.